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11.04.2009

Cartilha – Cuidados que as mulheres devem ter com suas fotos na internet durante os relacionamentos amorosos

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mulheres sexo internetEm virtude da nossa colaboração com a reportagem sobre os cuidados da exposição feminina na internet na edição da Revista Nova do mês de abril de 2009, resolvemos criar uma cartilha contendo diversas dicas para que as mulheres possam evitar dissabores de suas fotos durante os relacionamentos amorosos.

Cuidados no uso da internet e de equipamentos eletrônicos:

- Mantenha sempre sua individualidade – senhas são pessoais e intransferívies e não é falta de confiança não compartilhá-las com seu namorado ou marido. É respeito.

- Cuidado ao se deixar fotografar, especialmente em poses sensuais ou em situações mais íntimas. Por maior que seja a confiança no outro é preciso ser racional e pensar que no futuro tal contexto possa não existir mais.

- Caso você prefira confiar, lembre-se que acidentes acontecem. A máquina digital ou o computador no qual estão gravadas imagens íntimas podem ser furtados ou computador ser invadido, caindo aquelas imagens “secretas” em domínio público.

- A partir do momento em que você disponibiliza dados, informações ou fotos na internet, tal conteúdo poderá circular no mundo inteiro. Portanto, caso pretenda resguardar sua intimidade, pense duas vezes sobre o que você envia aos amigos virtuais ou disponibiliza em sites de relacionamento.

- Os sites de relacionamento podem ser ótimas fontes de informação para ladrões, sequestradores ou pessoas mal intencionadas. Cuidado com o que você disponibiliza. Festas nas quais você irá, encontros marcados, participação em comunidades de Bairros, Ruas, Escolas, Trabalho, são excelentes formas de ser facilmente localizada e de ter seus hábitos catalogados.

- Existem informações que você nunca deve compartilhar online. Ao protegê-las, você pode impedir desde o roubo de identidade até a sua segurança física. Nunca forneça data de nascimento, endereço residencial, número de telefone (telefone comercial pode ser uma exceção) e Estado onde nasceu.

- Você não colocaria um aviso deste tipo na porta de casa: “Ausente no fim de semana… Retorno na segunda-feira”. Ferramentas de microblogging como o Twitter e o recurso “o que você está fazendo agora?” no Facebook, LinkedIn e outros sites de relacionamento social facilitam o vazamento de dados que você não forneceria normalmente (nem a amigos, nem a estranhos). Cuidado com as informações que você divulga, pois outras pessoas podem utilizá-las com propósitos nefastos.

- Cada vez mais, os sites de relacionamento social estão dotando os usuários com maior controle sobre suas configurações de privacidade. Não presuma que você é obrigado a aceitar qualquer configuração que o site lhe dê. Nas seções sobre privacidade, descubra as opções para limitar quem pode ver diversos aspectos de suas informações pessoais e faça uso de tais ferramentas.

Cuidados em relacionamentos virtuais (amizades, namoros, etc):

- Desconfie sempre. Tenha cuidado redobrado no mundo virtual. Você deve sempre lembrar que está se relacionando com letras e números. Lembrar que as pessoas, através do anonimato da tecnologia, podem esconder sua personalidade. Por isso, nunca cuidado ao acreditar nas imagens, falas, idade ou em qualquer outra característica física destas pessoas, porque nem sempre isso será verdade.

- Não divulgue informações pessoais como números de telefone, endereço, local de trabalho, etc;

- Ao marcar encontros dê preferência a locais públicos, avise a parentes e amigos os detalhes do encontro e se possível vá sempre acompanhada;

- Muito cuidado ao compartilhar fotos. De preferência só permita que amigos ou parentes de confiança tenham acesso a elas.

Em MSN, AOL, Instant Messenger, ICQ, Yahoo! Messenger, Google Talk, dentre outros:

- Evite adicionar pessoas que você desconhece, pois uma vez adicionadas elas terão acesso a informações sobre você. Se adicionar desconhecidos, não divulgue informações sobre você e sua família;

- Cuidado com os links que recebe, eles podem conter vírus, ao clicar você baixa o programa malicioso, que se propaga automaticamente no seu computador, destruindo arquivos e outros programas;

- Outra forma de infecção por um vírus de computador é por meio de compartilhamento de arquivos do próprio comunicador instantâneo qualquer  contato que tenha um diretório de arquivos compartilhado e que esteja infectado por um vírus de computador poderá infectar todos os seus contatos do comunicador instantâneo, cuidado portanto ao compartilhar arquivos;

- Antes de transferir algum arquivo, deve-se confirmar sempre com o remetente se realmente ele enviou o arquivo antes de fazer o download. Além disso, atualizações do sistema operacional, do comunicador instantâneo e do antivírus são essenciais, assim como o uso de um programa anti-spyware (spywares são pequenos programas instalados indevidamente em seu computador para coleta de informações armazenadas em sua máquina).

Publicado na(s) categoria(s) Cartilhas

3 comentários

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  1. Olá Alexandre, tudo bem? Sou Giovanna Carvalho da Edelman, agência de comunicação da Symantec.
    Estava lendo seu blog e achei muito interessantes os temas que você aborta sobre proteção e preservação na Internet. A Symantec lançou recentemente o NOLR – Norton Online Living Report – estudo que analisou o comportamento online de pessoas de 12 países. Caso você tenha interesse em receber o material na íntegra me mande um e-mail: giovanna.carvalho@edelman.com
    Um abraço!

  2. Alexandre Atheniense comentou em 12.05.2009

    Muito obrigado pela colaboração Giovanna. Sempre que tiver notícias interessantes compartilhe com os nossos leitores.
    Um abraço !

  3. Maria Teresa Landucci Rossigalli comentou em 5.04.2010

    Boa tarde, Dr. Alexandre!

    Quero parabenizá-lo pelas informações veiculadas em v. site. e, especialmente destacar a utilidade e o inestimável valor destas, para todo cidadão comum que em face da modernidade obrigatoriamente precisa administrar com segurança o uso da tecnologia em sua vida pessoal, profissional e empresarial. Como advogada e militante há mais de duas décadas
    principalmente nas áreas da família e das sucessões e criminal, devo elogiar v. preocupação em efetuar importantes alertas ao público feminino, que às vezes, por questões sócio-culturais acaba se vulnerazilizando através de envolvimentos em relacionamentos virtuais, que, dependendo das circunstâncias,e do desdobramento das situações, poderão negativar a imagem e a reputação tanto em nível pessoal e/ou profissional, como produzir sérios danos projetados às áreas emocional e psicológica das partes envolvidas. Tais nefastas consequências poderão, inclusive, ter suas dimensões amplificadas em escalas infinitas mediante o vazamento e disponibilização de dados e informação através da rede mundial de computadores, transformando a vida do cidadão(ã) em objeto de domínio público com direito a ser irrestgritamente infernizado(a). Assim, o aparente e hipotético ‘perigo virtual’, aquele que só atinge aos outros, poderá com poucos clicks e em curto espaço de tempo se converter em um ‘perigo real’, com direito a um desagradável desfecho em um distrito policial, num hospital ou até mesmo num necrotério, com extensivo direito ao ‘bônus’ de ‘quinze minutos de fama’ como protagonista em páginas policiais da mídia e progamas de televisão sensacionalistas.
    Em meu modesto entendimento, as pessoas deveriam ficar atentas para detalhes que indicam que a internet, infelizmente tornou-se um celeiro fértil para atuação de estelionatários, prostitutas(os), patrocinador de oportunidades mil à indivíduos desonestos que dedicam sua vida à criminalidade que degrada nossa Sociedade. Às pessoas que têm interesse em encontrar uma pessoa para se relacionarem pessoal ou profissionalmente ou em ampliar seu círculo de amizade devo dizer que os perigos e desgraças ofertados pela internet superam maciçamente as reais, confiáveis boas oportunidades.
    O criminoso, mais especificamente o estelionatário, é um indivíduo que além de inescrupuloso e criativo em suas narrativas e ‘armações’, normalmente possui agregados ao seu oerfil pesicológico traços de megalomania, não raramente carregando consigo um problema de identidade, fazendo com que ele se passe por alguém que em ele gostaria de ser e com os atributos que ele inveja no outro, cuja vida, imagem e personalidade que lhe servem de inspiração e referencial. Ele possui critérios para selecionar suas vítimas, elabora textos com os temas que ele(ela) gostariam de encontrar, utilizando-se de um sem número de ardis para contar essas estórias e ilustrá-las com os conteúdos que a pessoa a ser ‘predada’ das mais diversas formas e nos mais variados setores de sua vida, por exatamente encontrar-se fragilizada ou ser sistematicamente conduzida a ‘baixar a guiarda’, precisaria, naquele determinado momento ler, ouvir ou ver. Dessa forma, temporariamente a vítima permanece sobre o controle do criminoso e de alguma forma submetido a uma espécie de pressão e/ou dependência psicológica e emocional. O criminoso que calculista e sem escrúpulos, é mestre em trabalhar com os vetores tempo x informação, estratgegista em armar situações que impossibilitem totalmente ou dificultem à vítima a verificação e confrontação das informações e da identificação por ele ofertadas; torna-se, então, verdadeiro ‘senhor da situação’.`
    Ele trabalha com os sonhos, aspirações, com o conhecimento da personalidade e dos hábitos e dados de sua vítima. Quando a vítima se dá por conta do prejuízo, já é tarde demais. A internet através de suas características de poder de ação com extrema celeridade no intercâmbio e divulgação de dados e poder de abrangência, da posibilidade de anonimato que oferece, traz consigo o condão de ora se tornar fiel escudeira das boas ações, ora converter-se em máquina diabólica a serviço dos mais nefastos estratagemas e de atos de degradação à condição humana.
    Como bem e sapientemente o senhor colocou, a pessoa “relaciona-se com números e letras…”.
    Sob o aspecto finaceiro e econômico da questão, ao entender o ‘relacionamento’ sob a óptica do ‘investimento’ – deve-se concluir que o ato de se relacionar equivale a um determinado investimento financeiro. Tem um preço (caro ou barato) e com proporcionais resultados e consequências. Ampliando este raciocínio, relacionar-se custa dinheiro. Quanto? A resposta é ‘depende’. Depende do quê?
    Depende do nível econômico, cultural e intelectual equivalente à camada social em que aquele(a) que pretende se relacionar quer transitar ou atingir. Assim, por exemplo, parece pouco provável que um homem cidadão comum e de posses medianas, sem investir grandes recursos financeiros, encontre aquele mulher maravilhosa e de corpo escultural, honesta com modos refinados, com alto nível de escolaridade e com boa situação social à solta na rede mundial de computadores esperando e ansiosa para encontrar na vida ‘alguém exatamente como ele’… Quanto maior número de atributos, mais difícil o encontro e mais seletiva será no mundo real a pessoa por ele idealizada. Quando muito, ele poderá encontrar a ‘bela’, a ‘bem sucedida’ e ‘intelectual’ como notícia em sites de celebridades, culturais e signatária de artigos intelectuais. Ela estará utilizando a internet como modo de se promover e de profissionalmente, bem estabelecida e estruturada por um competente e sériotrabalho de marketing (que custa a contratação de um bom profissional) lucrar com a propagandae o público a ser atingido será aquele com poder aquisitivo para bancar o nível da sua escolha e propósitos.
    Encontrá-la, sem investir financeiramente na oportunidade de encotrar pessoa com tais virtudes e atributos afigura-se não como ‘um prêmio do destino’, devendo pois ser tal fato ser especulado e encarado como uma desproporcionalidade investimento x benefício a ser cautelosamente investigada quanto à realidade e seriedade. Neste sentido o barato pode sair muito caro e a conta quem pagará, será, é unica e exclusivamente a vítima. O mesmo e em igual equivalência se pode dizer em relação à mulher que ao investir não somente em sua formação pessoal e intelectual, mas também e por fator cultural no aprimoramento de sua beleza – espera como retorno conquistar o tão cantado em verso e prosa ‘príncipe encantado’ ou ‘homem de posses financeiras’ que possa lhe proporcionar uma vida segura e estabilizada. Neste sentido deve-se raciocinar sobre a óptica da ocorrência de uma ‘troca equilibrada’. Num mundo cada vez mais seletivo, parece mais necessário saber com quem exatamente se deve celebrar essa ‘troca’.
    O ‘belo bem embalado’ tem um preço, normalmente alto. Um homem que se interessa apenas pela beleza de uma mulher e uma mulher que se interessa em fisgá-lo utilizando-se apenas da beleza como atrativo e argumento de conquista, provavelmente estará conquistando uma relação temporária, pouco estável, de curto prazo de duração e que perdurará enquanto o interesse pela beleza e a satisfação pela recompensa financeira perdurarem entre as partes. E isto não envolve exatamente prostituição, não. Envolve sonhos, romantismo e desejos.
    Quando se enfoca tais situações em sob o prisma da prostituição, uma das partes obrigatoriamente é profissional sem envolvimento emocional, que comercializa seus favores estipulando preço pelo tempo, pelas práticas oferecidas e anunciadas como prestação de serviços. Pela lógica, quem possui maior número de atributos, em tese irá buscar o(a) ou outro(a) na faixa sócio econômica e esfera intelectual à qual pertence, ou então, em regime de exceção submeter-se ao risco de aventurar-se com alguém muito diferente e de defrontar-se com obstáculos impostos pelas diferenças existentes entre ambos a serem superadas e equilibfradas. É dessa forma que de um modo genérico pode-se dizer que nas classes mais baixas ‘juntam suas dificuldades’, na classe média as partes regateiam suas qualidades e negociam seus defeitos, e nas classes altas unem-se fortunas e administram-se interesses econômicos. O pobfre muitas vêzes acaba sendo, apesar das dificuldades materiais, mais feliz emocionalmente do que pessoas pertencentes a classes econômicas mais privilegiadas, no sentido de que as dificuldades, curiosamente, acabam atuando como fator de união entre as partes para superação de obstáculos e projetos futuros de um dia ascenderem a uma camada social mais bedm posicionada na pirâmide sócio-econômica. Na classe média, os relacionamentos quando não há um perfeito ajuste das partes de seus propósitos, são sisitematicamente abalados por frustações, falsas expectativas, quando não por disputas pessoais entre as próprias partes. Os níveis de instabilidade a que são submetidos os relacionamentos são maiores e as chances dos relacionamentos vingarem vitoriosamente são possíveis, mas menores. Já nas classes média-alta com as oportunidades de ascenção social ampliadas por maior poder econômico o estímulo de ascenção torna-se o motor que estimula as partes a se manterem unidas, ainda que apenas pela realização conjunta de projetos, cuja realização em separado, seria difícil ou quase impossível as partes. Na classe alta os reclacionamentos tem como principais motivação a conveniência de uma associação econômica equilibrada, a preservação e proteção patrimonial contra oportunistas de plantão visando relacionamentos em tese mais sólidos e estáveis com regras pré estabelecidas em pactos antenupiciais e contratos de casamento, interesses patrimoniais e financeiros administrados por advogados experientes ou até holding e tutores experts na administração de grandes fortunas (onde a escolha nem sempre envolve desejo afetividade ou desejo sexual);´podendo em outro viés, o preço pago pela realização de um capricho ou vaidade pessoal que já é conhecido ser também a motivação para a decisão de bancar a escolha, às vêzes inconsequente e impulsiva, que mais tem a ver com desejos transitórios provocados por atração física ou um affair em tese, temporário, ou até mesmo com tempo quase pré estipulado para terminar antes mesmo de começar …,ainda que esta escolha venha significar o pagamento de um alto preço e sujeita a uma duração temporária e efêmera, dependendo da situação… envolvendo resultados inexperados e até decepcionantes à parte maior investidora…
    De uma forma didática, objetiva, e sem maiores rodeios, com quero colocar na linguagem popular e usual em nosso País, que as chances do indivíduo (homem ou mulher) topar com uma ‘tranqueira’ via toques e cliques é infinitamente maior do que a de encontrar uma princesa ou príncepe encantado(a). A postura cultural de investir ‘nada’ (ou quase nada) para conquistar ‘tudo’, tem mais a ver com quem ‘nada tem a perder’. E para o ‘indivíduo que nada tem a perder’, vale ‘tudo’! Quem tem o que perder, seja material ou moralmente, se preserva e procura se proteger de ações nefastas, não se expondo e nem abrindo graciosamente o universo de sua vida e estranhos e impessoais personagens. Já houve quem meu questionasse sobre sites de relacionamento. Posso dizer que, salvo raríssimas exceções constituídas por empresas sérias e tradicionais no ramo, são outra ‘robada’. São, na sua grande maioria, ‘araras’ travestidas de empresas, que atuam à margem da sociedade ‘pilotadas’ por pessoas de reputação duvidosa, que normalmente se utilizam de expedientes desonestos, quando não de práticas criminosas para iludir e tirarem proveito econômico das pessoas interessadas que com elas se envolvem. Normalmente estas ‘empresas’ virtuais disponibilizam candidatos fictpicios, com perfis construídos para atraírem pessoas incautas e desprevenidas, cevam a vítima inicialmente através de ofertas gratuitas, depois de um tempo oferecem a ampliação de acesso a outros perfis em níveis superiores (com maiores oportunidades de acesso a outros associados) mediante cobrança de taxas pré estabelecidas e contratadas, e depois disso, conforme a evolução dos contatos, ou restringem os acessos, ou enviam mensagens supostamente informando que aquele(a) ‘x’ associado(a) já atingiu sua meta, ou que foi excluído por conduta inoportuna e abusiva supostamente denunciada por outro(a) associado(a) fazendo-se passar por empresas ‘sérias’ e concensiosas atuantes no ramo. Ao(à) associado(a) esperançoso em encontrar seu ideal restam a perda do valor investido na taxa, um risco da efetivação das hipóteses de amplicação das perdas pela atuação de estelionatários através dessas empresas ou redes sociais, que podem até ser os próprios pseudo-empresários disfarçados de associados e ou a decepção pela não realização de suas metas com direito a arcar com sentimento de culpa e redução da auto-estima. Para dificultar a apuração judicial das condutas e frustar a identificação das empresas e de seus responsáveis para fins de enquandramento criminal e responsabilização civil por perdas e danos, estas empresas normalmente mantém seu domínio registrado em países e
    estrangeiros. Finalizando, a questão da utlização da tecnologia da internet com segurança é mais profunda e complexa do que inicialmente parece, e todo cuidado é pouco, pois, à cada evolução e surgimento de uma nova tecnologia surge um novo golpe aperfeiçoado e pelo aparato dos recursos tecnológicos ofertados pela modernidade.

    Mais uma vez, Dr. Alexandre Atheniense, quero parabenizá-lo pela valiosa contibuição prestada à todos nós enquanto cidadãos, colegas de profissão interessados em conhecer mais sobre os assuntos afeitos à tecnologia visualizada no campo do Direito.

    Respeitosamente.

    Drª. Maria Teresa Landucci Rossigalli

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