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	<title>DNT - Alexandre Atheniense &#187; Entrevistas</title>
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	<description>O Direito e as novas tecnologias</description>
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		<title>Entrevista à Rádio Eldorado/SP sobre envio eletrônico de processos para os Tribunais Superiores a partir da próxima semana</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jul 2010 19:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Atheniense</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Alexandre Atheniense concedeu entrevista à Rádio Eldorado/SP sobre o envio eletrônico de processos para os Tribunais Superiores a partir da próxima semana.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2010/07/radio-eldorado.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-9046" title="radio eldorado" src="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2010/07/radio-eldorado.jpg" alt="" width="181" height="99" /></a>O Triunal Superior do Trabalho recebe a partir da próxima semana apenas recursos judiciais eletrônicos. E a meta é mais ampla: até dezembro deste ano o Tribunal pretende acabar de vez com os processos em papel. Um processo demora hoje seis meses para chegar até o ministro. Com o processo eletrônico, este prazo reduzirá para dois dias.</p>
<p style="text-align: justify;">O advogado especialista em Direito e Tecnologia da Informação, <strong>Alexandre Atheniense</strong> foi o entrevistado da Rádio Eldorado de São Paulo sobre a alteração das práticas processuais nos Tribunais Superiores e a necessidade de adaptação dos advogados quanto a prática da advocacia à distância.</p>
<p style="text-align: justify;">Ouça a íntegra da entrevista no link abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2010/07/ATHENIENSE-2707-ENTREVISTA.mp3">ATHENIENSE-2707-ENTREVISTA.mp3</a></p>

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		<title>Senado americano discute projeto que pode tirar internet do ar em caso de ataques terroristas cibernéticos</title>
		<link>http://www.dnt.adv.br/noticias/senado-americano-discute-projeto-que-pode-tirar-internet-do-ar-em-caso-de-ataques-terroristas-ciberneticos/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 18:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Atheniense</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crimes Cibernéticos]]></category>
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		<category><![CDATA[senado americano]]></category>

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		<description><![CDATA[Reportagem do jornal Correio Braziliense publicada em 02/07 que contou com a participação de Alexandre Atheniense sobre projeto do Senado americano de tirar a internet do ar nos Estados Unidos diante de ameaças terroristas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2010/07/correio-braziliense.png"><img class="alignleft size-full wp-image-8425" title="correio braziliense" src="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2010/07/correio-braziliense.png" alt="" width="308" height="533" /></a>Reportagem do jornal <a href="http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2010/07/02/tecnologia,i=200490/O+MUNDO+OFF+LINE.shtml" target="_blank">Correio Braziliense</a> publicada em 02/07 que contou com a participação de Alexandre Atheniense.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Senado americano discute projeto que pode tirar do ar a rede internacional de computadores. Autor do texto justifica a ideia alegando necessidade de proteger o país de ataques terroristas cibernéticos. Pesquisadores brasileiros criticam a proposta.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Quando o americano Tim Barnes-Lee inventou a internet em 1991, ele projetou seu crescimento de forma livre e colaborativa, de maneira que pudesse unir e conectar as pessoas ao redor do planeta. Dezenove anos depois, o mundo mudou e os governos tentam se adaptar à rede mundial de computadores, que cresce sem fronteiras. Um projeto de lei em discussão nos Estados Unidos tenta mudar a maneira com que o Estado americano lida com a grande rede. Pela proposta, o presidente ganharia poderes para inclusive desligar a internet, em caso de perigo nacional. Controversa, a proposta pode mudar a maneira com que nos relacionamos com a web.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o professor do Departamento de Ciência da Computação da Universidade de Brasília (UnB) Leonardo Lazart, do ponto de vista técnico os reflexos de uma atitude como essa em sites brasileiros seriam pequenos. “Os dados de páginas do Brasil seriam preservados e continuariam funcionando normalmente, mas os de sites americanos ficariam inacessíveis para nós”, explica o professor. “Tecnicamente a situação poderia ser corrigida, mas economicamente seria desastroso, seria o mesmo que desligar uma bolsa de valores. Criaria um verdadeiro caos social”, opina.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante a década de 1990, desligar a internet dos EUA poderia causar um verdadeiro apagão na web de todo o mundo. “Até 1996, dos 13 servidores raiz da internet mundial, 11 estavam em território americano. De lá pra cá, foram feitas diversas cópias destes servidores raiz, que foram espalhados pelo mundo. Se um falhar, temos vários outros com capacidade de responder por ele”, completa. Esses equipamentos servem para direcionar a navegação, informar onde está salva uma determinada informação que um internauta tenta acessar; eles não guardam os dados do conteúdo dos sites, que estão espalhados em milhões de máquinas ao redor do mundo. Atualmente existem quatro servidores raiz no Brasil, três estão na cidade de São Paulo e um em Brasília.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Independência</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Com essa atual estrutura, o eventual bloqueio da internet pelos Estados Unidos não se repetiria com sites brasileiros. “Os EUA podem controlar a parte da web que se encontra dentro de seu país, mas é possível a qualquer tempo ficarmos independentes dos serviços oferecidos nesta parte da rede”, explica o professor do Departamento de Engenharia de Telecomunicações da Universidade Federal Fluminense (UFF) Luiz Schara. “A jurisdição de um país termina em sua fronteira. É possível que os EUA consigam bloquear tráfego indesejável, e que façam pressão diplomática para que sejam seguidos pelo resto do mundo, mas a decisão do que é aceitável ou não será feita país a país”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso não significa dizer que não haveria perdas em nível mundial. “A internet é um sistema aberto, assim, muitos dados são hospedados em outros países. Numa situação de desligamento total, tudo que ficar em território americano permaneceria inacessível”, explica o advogado especialista em direito na internet <strong>Alexandre Atheniense</strong>. Ficariam indisponíveis alguns serviços de e-mails, sites de relacionamento, serviços de hospedagem de arquivos, ou qualquer página que esteja salva lá.</p>
<p style="text-align: justify;">Os internautas que desejam saber se os serviços que utilizam estariam sujeitos à futuramente possível lei norte-americana precisam exercitar um hábito incomum para muitos usuários: a leitura dos termos de uso. “Sempre que criamos uma conta em qualquer serviço, simplesmente clicamos em ‘aceito’, sem ler. Mas lá informam a que país aquele serviço está vinculado e caso haja algum problema legal, a que leis as duas partes devem se submeter”, explica Alexandre.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Modelo brasileiro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar dos Estados Unidos tentarem ampliar a possibilidade de controle do conteúdo da web em seu território, a própria arquitetura da rede dificulta isso. Para Vagner Diniz, gerente-geral do recém-aberto escritório brasileiro da W3C (sigla para World Wide Web Consortium), instituição que cuida da evolução da internet. “Órgãos internacionais como a ONU têm cumprido um papel relevante de construir consensos em torno da governança ao estabelecer princípios de participação, abertura, privacidade e segurança na internet”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ele, a maneira como é gerida a internet brasileira é um modelo a ser seguido. “Definido pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil é considerado uma referência internacional de sucesso, pois é um modelo baseado no consenso dos quatro setores representados no Comitê — governo, setor privado, ONGs e universidades, sendo que a sociedade civil tem maioria dos assentos e, de uma maneira única no mundo, seus representantes são eleitos”, destaca Vagner.</p>

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		<title>Entrevista de Alexandre Atheniense ao Conjur &#8220;Na era digital, não podemos ter cabeça de papel&#8221;</title>
		<link>http://www.dnt.adv.br/noticias/entrevista-de-alexandre-atheniense-ao-conjur-na-era-digital-nao-podemos-ter-cabeca-de-papel/</link>
		<comments>http://www.dnt.adv.br/noticias/entrevista-de-alexandre-atheniense-ao-conjur-na-era-digital-nao-podemos-ter-cabeca-de-papel/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Jun 2010 13:30:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Atheniense</dc:creator>
				<category><![CDATA[Advocacia 2.0]]></category>
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		<category><![CDATA[provedores]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista concedida ao site Consultor Jurídico - Conjur e publicada em 27 de junho de 2010. "Não podemos ter a cabeça de papel". O alerta é do advogado Alexandre Atheniense, um apaixonado pela tecnologia da informação e um dos mais conceituados especialistas em Direito Eletrônico do país. Para ele, as novas tecnologias já mudaram o mundo e vão continuar mudando, e não resta aos pobres mortais outra saída a não ser adaptar-se à nova realidade. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Entrevista de <strong>Alexandre Atheniense </strong>concedida ao site<strong> <em><a href="http://www.conjur.com.br/2010-jun-27/enrevista-alexandre-atheniense-especialista-direito-informatico" target="_blank">Consultor Jurídico </a>- Conjur</em> </strong>e publicada em 27 de junho de 2010.<strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2010/06/alexandre-atheniense-conjur1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-8293" title="alexandre atheniense conjur" src="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2010/06/alexandre-atheniense-conjur1.jpg" alt="" width="323" height="176" /></a>&#8220;Não podemos ter a cabeça de papel&#8221;. O alerta é do advogado <strong>Alexandre Atheniense,</strong> um apaixonado pela tecnologia da informação e um dos mais conceituados especialistas em Direito Eletrônico do país. Para ele, as novas tecnologias já mudaram o mundo e vão continuar mudando, e não resta aos pobres mortais outra saída a não ser adaptar-se à nova realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;Mudamos de um mundo de átomos para um mundo de bytes&#8221;, diz o advogado numa tentativa de resumir a grande revolução. Mais do que uma mudança no modo de executar os procedimentos, porém, a revolução tecnológica acarreta uma radical mudança de conceitos.</p>
<p style="text-align: justify;">Questões fundamentais como propriedade intelectual, direito à privacidade ou soberania nacional terão de ser repensadas à luz da realidade criada pela tecnologia da informação partindo de uma constatação angustiante: é impossível querer controlar tudo que rola na internet. A única saída é adaptar-se ao mundo imaterial de bytes.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa mudança de paradigmas não é fácil e o melhor exemplo disso é o que está ocorrendo com a legislação do uso da internet na campanha eleitoral. &#8220;Pela primeira vez há uma legislação disciplinando e proibindo a prática de spam. Não temos isso na legislação civil, mas existe na eleitoral. Pela primeira vez no Brasil temos uma legislação classificando a inserção do código malicioso, vírus, como crime, mas no Direito eleitoral&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">O especialista avalia, porém, que ainda não será dessa vez que os candidatos e eleitores brasileiros vão se servir da internet no processo eleitoral, como fizeram os americanos na última eleição presidencial que colocou Barack Obama na Casa Branca. &#8220;A internet foi um instrumento decisivo na eleição americana em dois pontos: na disseminação de ideias e na arrecadação de fundos. Não creio que exista ainda maturidade dos usuários brasileiros para que essa experiência se repita aqui&#8221;, diz Atheniense. E pergunta: &#8220;Quem aqui no Brasil está disposto a contribuir para a campanha de seu candidato fazendo doação pelo cartão de crédito?&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Alexandre Atheniense percebeu cedo que o Direito tinha tudo a ver com a informática. O “menino do computador”, como era chamado, enxergou com clareza que a imensa capacidade de uma máquina processar informação era um caminho sem volta para mudanças no Judiciário e na sociedade.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, aos 45 anos de idade, e diante do domínio absoluto da internet na forma como as pessoas buscam, trocam e produzem informação, o advogado não mudou em nada seu pensamento: continua apostando todas as suas fichas — mesmo que sejam virtuais — nos ganhos da informatização completa do Judiciário em todas as esferas.</p>
<p style="text-align: justify;">O pioneirismo de Atheniense data de 1982 quando, a pedido do pai, também advogado, criou um banco de dados eletrônico com informações sobre jurisprudência em Minas Gerais. Para isso, ele utilizou um dos primeiros modelos de computadores vendidos no Brasil: o TRS80, que nem disco rígido possuía. Os dados ainda eram processados a partir de um disquete, que também servia para guardá-los.</p>
<p style="text-align: justify;">Já com a realidade da grande rede concretizada, em 2001, Atheniense foi fazer um curso de especialização em Harvard, nos Estados Unidos. Voltou de lá com a ideia fixa de que, apesar da popularização da web, era necessário dar prosseguimento aos estudos, porque havia muito a ser explorado.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2003, ele criou o primeiro curso de ensino a distância na área do Direito e tecnologia da informação na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. “O Direito ainda não sabia como lidar com tantas mudanças advindas da chamada sociedade da informação, portanto, foi a brecha que encontrei para desenvolver algo novo”, explica. Em 2004, criou o que diz ter sido o primeiro blog da área jurídica do País, o http://www.dnt.adv.br.</p>
<p style="text-align: justify;">Perseguido — ou perseguindo — pelo pioneirismo, que se mostra como sua primeira especialidade, Atheniense falou à ConJur sobre tudo o que essa enxurrada de novidades causa ao meio jurídico e também das dificuldades surgidas a partir deste novo paradigma colocado diante da Justiça. Participaram da entrevista os jornalistas Maurício Cardoso e Lilian Matsuura.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Leia a entrevista:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — É necessário um marco civil para a internet?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense</strong> — Ter uma legislação mais específica para garantir a privacidade do cidadão, dos dados na rede, seria muito bom. O conceito atual de privacidade está extremamente genérico. Ele foi tratado na Constituição de 1988, quando a realidade em relação ao meio eletrônico era nada. Hoje há países, como a Espanha e Argentina, com uma legislação mais especifica para proteger o cidadão. O projeto em exame tem um artigo que fala sobre a obrigação da preservação dos dados pelo provedor. É muito polêmico, porque esse dispositivo já faz parte do projeto de lei de crimes cibernéticos. Com isso, algumas pessoas defendem que seja retirado do projeto de crimes. Se ocorrer, vai ser uma catástrofe, porque se não obrigar o provedor a apresentar os dados, a chance de identificar a autoria vai diminuir terrivelmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — A maior polêmica é em relação ao tempo que os dados devem ficar guardados.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— Não só ao prazo, mas também sobre quem será responsável por fazer a preservação. Atualmente as informações já são guardadas, mas ninguém fala qual é o prazo. Eu tive um caso em que o Google demorou 30 meses para informar o endereço de IP. Pagou uma multa pesadíssima por isso. A Abranet (Associação Brasileira dos Provedores de Acesso, Serviços e Informações da Rede Internet) tem um código de conduta, que fala para manter por três anos. Mas o Google, por exemplo, não é associado à entidade. Ele tem uma política própria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Quem deve preservar essas informações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense</strong> — A legislação europeia prevê que não é só o provedor de conteúdo, mas o de acesso também tem a obrigação de preservar o registro. Aqui deixaram de fora o provedor de acesso. É uma temeridade, porque há um cadastro válido nesta empresa. No de conteúdo nem sempre. Por exemplo, quem abre uma conta no Gmail pode falsear os dados. Mas quem está acessando tem sempre um CPF para permitir a localização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Em casos de redes sem fio, por exemplo, a identificação é impossível.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— Tem de tirar a ideia de que é possível ter controle sobre tudo na internet. Tem o caso do wireless, que você pode pegar o sinal do vizinho, as lan houses, enfim, uma série de buracos negros que nunca serão tapados. Mas não se pode tratar a exceção como regra. As chances de identificação, normalmente, são de sete ou oito entre dez. Mas terão casos que realmente não vai dar, isso é próprio da internet.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — O que pode ser feito para garantir o direito à privacidade? </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense</strong> — Por exemplo, o cidadão precisa ser informado sobre quem está mantendo os seus dados, que não está trocando informações pessoais com outras entidades. Se for detectado que essas informações foram cruzadas e caíram nas mãos de empresas com as quais o cidadão não se relacionou, algum tipo de punição pode ocorrer. Em relação ao consumo é possível pedir a retirada das informações do cadastro de consumidores, mas não nos demais. A invasão da privacidade por meio da troca de informações é a grande questão. Estamos próximos de ter uma nova carteira de identidade. Quem está tocando o projeto? Polícia Federal e Ministério da Justiça. Eu não sei com que zelo que eles vão tratar a informação. Se haverá algum tipo de cruzamento de dados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Qual é risco deste documento único?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— Eles vão pegar essa informação e fazer cruzamentos com outros tantos bancos de dados, obtendo uma malha fantástica a respeito do meu perfil. Eles poderiam montar isso? Não, porque não coletaram meus outros dados, mas têm acesso. Situação similar ocorreu em relação à movimentação financeira por meio da CPMF e a malha fina da Receita. Você acha que a Receita não cruzava essas duas informações? Só não podia autuar dizendo que cruzou, mas tinha condições. A privacidade é um conceito do passado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — E no caso das empresas privadas? O Google, por exemplo, tem acesso a uma inifinidade de dados pessoais de seus usuários.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— O Google dá todos os programas de graça para gerar o estímulo no usuário para interagir com eles. Todo dia ele coleta informações do seu perfil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Eles pegam informações de e-mails, por exemplo? A empresa tem acesso a tudo o que é escrito nas mensagens?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— Claro. Sabe aquela publicidade que aparece no Gmail? Como ele a coloca? É uma ferramenta de busca que pega as palavras que você está digitando e põe aqueles links patrocinados. O Google e o Orkut tiveram um problema seríssimo, porque, como abrigavam várias comunidades de pedofilia, de pornografia, de uma hora para outra começaram a surgir links patrocinados de oferta de garotos de programa dentro das comunidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Então quer dizer que, quando um e-mail é criado, o usuário permite que eles tenham acesso a toda as informações?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre —</strong> Você não precisa nem permitir, fica ali. Assim como quando você vai fazer qualquer pesquisa no Google a sua informação está sendo compartilhada e registrada. Está tudo nos termos de serviço, que ninguém tem o hábito de ler.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Existe solução para isso?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense</strong> — Primeiro é preciso ter cultura para saber lidar com essa nova realidade. O brasileiro é extremamente exibido. Adora dizer que tem o iPad ou o iPhone novo, mas em matéria de segurança e privacidade é ingênuo, acaba se expondo demais. Os perfis em redes sociais são o melhor exemplo. A pessoa coloca fotos de família, de hábitos, da bebedeira do final de semana. O europeu jamais faria coisa igual.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Por esse motivo as redes sociais fazem tanto sucesso por aqui?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— Exatamente. Isso é próprio do brasileiro. Ele abre a porta para qualquer um. E acontece cada vez com gente mais nova, esse é o problema. Qualquer menino tem um MSN, Facebook, embora o termo de serviços impeça. Mas não tem controle, essa é a realidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — O senhor não fica assustado diante desse cenário?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense</strong> — A gente tem que imaginar que, quanto mais avança a tecnologia, mais bancamos o risco contra a privacidade. Um novo modelo de celular com recurso mais interessante de edição de vídeo significa dizer que a nossa privacidade está em risco. A maioria não percebe esse tipo de coisa. Há uma dificuldade de estabelecer limites entre a esfera pessoal e a privada. Se você não quer que a informação seja divulgada, não coloque no meio eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — É possível definir este novo conceito de privacidade?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— Todos os conceitos que a gente aprendeu na escola estão sendo revistos. A soberania, por exemplo. O que ensinam na escola é que o Estado soberano é aquele que sabe exercer as suas leis perante uma população delimitada pelo espaço geográfico. O que isso vale hoje? Nada. Um exemplo: posso ligar o meu notebook e começar a jogar em um cassino, e ninguém vai saber que eu estou fazendo uma contravenção legal.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — A ameaça à sobeania dos Estados também se dá pelo grau de  autonomia que gozam as grandes corporações do mundo digital.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— O Estado disputa com as grandes corporações que detêm a infraestrutura do meio eletrônico. Elas constantemente medem forças com o poder público. Existe um professor de Harvard, chamado Lawrence Lessig, que diz que o “código é a lei”, portanto, no meio eletrônico, quem tem o código de programação ou a infraestrutura faz a lei. O exemplo mais próximo foi o que aconteceu entre o Google e a China. A empresa se sentiu violada porque alguém teria acessado os seus computadores sem autorização. Em contrapartida falou: “Vou sair daí e abrir mão de fazer o filtro de palavras que não são de interesse do Estado e, com isso, a população vai ter acesso a conteúdos proibidos. Você vai querer isso?”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Há uma inversão de papéis sobre o controle do cidadão?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— O Estado está perdendo o controle sobre o que acontece no meio eletrônico e, em contrapartida, quem ocupa esse espaço são os donos da infraestrutura da rede, que acabam determinando de forma muito mais efetiva o que você pode ou não fazer. A Apple, por exemplo, diz que nós. brasileiros, não temos um padrão aceitável de legislação protetiva de direitos autorais capaz de dar a ela uma crença de que podemos fazer uso da loja do iTunes para comprar música na internet. Nós conseguimos comprar de várias outras lojas, mas da Apple não. Nesse caso, ela tem um controle mais efetivo do que um país. <strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Outra questão surgida a partir desta discussão é o próprio suporte físico das coisas. Até mesmo o dinheiro deixou de ser de papel, sem contar a música, fotos e tantas outras.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— A gente aprendeu a conviver com coisas que têm um aspecto corpóreo que tende a desaparecer com o passar do tempo. A própria referência geográfica vai para o espaço. Isso é o que a gente chama de revolução dos átomos para os bytes. Antes, um bem qualquer tinha de estar amparado em algo corpóreo, senão não valia nada. Agora os bytes passaram a ter valor, isso aconteceu com o dinheiro, que hoje circula sem estar representado pelo meio físico, que seria o papel-moeda. Isso também vai acontecer com os autos judiciais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Como está a relação da Justiça com o uso das novas tecnologias?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense</strong> — Hoje existem 16 áreas do Direito que se entrelaçam com a tecnologia da informação. Se você cruza com um catedrático da USP, da São Francisco, de Direito Penal, e pergunta quais são os três tipos penais que estão entrando no Congresso para poder virar lei a qualquer momento ele vai engasgar, não vai conseguir explicar. Por causa dessa transformação, o Direito está passando por uma mudança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Como o Judiciário está lidando com essas transformações?</strong> <strong></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— Há três anos e meio, quando aprovou-se a Lei 11.419, [que trata do processo eletrônico] o Brasil foi muito ousado. O país resolveu encarar um projeto de desmaterializar os autos judiciais e possibilitar práticas processuais por meio eletrônico desde o início do processo até o trânsito em julgado, sem referência externa nenhuma. O Brasil repetiu o ineditismo de outras iniciativas, como o voto eletrônico e a declaração do Imposto de Renda. Eu fiz pesquisa em Portugal, Espanha, Canadá e Estados Unidos, e percebi que eles têm momentos processuais que você pode usar o meio eletrônico, mas uma realidade muito menos avançada que a nossa. Foi correto tomar essa atitude, porque a realidade brasileira na Justiça está chegando à beira do caos. É uma quantidade absurda de processos em trâmite, perto de uns 80 milhões.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Como a tecnologia ajudaria a lidar com esse volume de processos estratosférico?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— O uso de meios eletrônicos ajuda o Judiciário a dar respostas à sociedade, gera uma relação de confiança. A verdadeira reforma do Judiciário é essa. Só que não é um projeto que vai apresentar resultados efetivos em poucos anos, porque as pessoas precisam se adaptar. Costumo dizer: “Não basta o hardware, não basta o software, é preciso lembrar do people”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Qual a possibilidade de essa reforma ser bem sucedida?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— O brasileiro tem um senso de adaptação invejável. Ele pode nunca ter visto aquilo, mas aos poucos dá um jeito. Tem um senso de gostar do novo. Mas a adaptação se faz com o carro andando. Os bancos servem de exemplo. Descobriram que se não investissem em tecnologia da informação não teriam como lidar com o serviço. Pode ter certeza do seguinte: o atendimento nos fóruns vai se assemelhar muito com o atendimento nas agências bancárias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — A exemplo do que ocorreu com os bancos, podemos esperar que alguns passos do processo também serão suprimidos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense</strong> — Somos seres processadores de informação, que recebemos e damos saídas a elas. Se o processo chega em papel e é necessário  editá-lo em papel, e depois da saída em outro formato, o que significa gastar muito mais tempo do que se você recebesse processo digital, editasse em digital e desse saída em digital. O legislador achou que é possível substituir as rotinas conhecidas com práticas processuais eletrônicas. Acredito que ganha-se 30% de velocidade em relação ao trâmite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Isso acabará acarretando outras mudanças na estrutura do processo e também do fórum?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense</strong> — Se o processo ganha tempo com a desmaterialização do papel, ele chega mais rápido para o juiz julgar. Isso vai resultar em uma mudança na organização do Judiciário. No Fórum da Freguesia do Ó, em São Paulo, por exemplo, tem um grupo de oito servidores trabalhando para sete varas. O Tribunal de Justiça de São Paulo descobriu que não precisa ter no Fórum da Freguesia, que é totalmente informatizado, o mesmo contingente de pessoas para fazer o atendimento em sete varas nos outros fóruns, já que eliminou uma série de atos burocráticos inerentes ao manuseio de papel. Quando você desmaterializa tem um processamento da informação mais rápido e gera resultado mais rápido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Por conta disso será necessário um suporte maior para os juízes? </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense</strong> — Exatamente. Nos tribunais superiores já ocorre isso. Outra figura interessante dessa mudança é o “xerifão” da secretaria. Aquele sujeito que bota dificuldade para o advogado ter acesso ao processo vai sumir, porque perde a importância a partir da digitalização.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Chegaremos ao ponto de existir um software de computador que julgará os casos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— É o sonho de muitos juízes. Eu conheci um magistrado do Mato Grosso que tinha desenvolvido um software para isso. Tinha as premissas, fazia o cálculo e soltava a sentença. Mas é melhor que não seja assim. A gente vai avançar muito, mas não sei se vai chegar a esse ponto. Atualmente há um movimento no sentido da tramitação em lote de processos, a partir do uso da tecnologia da informação. Isso já acontece no STF e no STJ. Nestes casos é possível julgar 15 mil processos de uma vez. Mas isso ainda não chegou aos fóruns e tribunas menores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Ou seja, a informatização é uma ferramenta muito útil para a aplicação de institutos como a Lei de Recursos Repetitivos, a Repercussão Geral ou a Súmula Vinculante?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— Isso demanda cautela. Suponha-se que um processo meu foi classificado errado dentro de um grupo. Então, eu tenho que ficar atento a isso, mesmo que caiba uma série de medidas processuais para corrigir a falha. É preciso aprender a lidar com um outro cenário da advocacia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Quais devem ser as principais mudanças daqui para a frente?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— Conseguiremos fazer cada vez mais coisas à distância. Vamos trabalhar com outros parceiros sem necessariamente se deslocar e o intercâmbio de informações tende a crescer. Outra possibilidade é o monitoramento dos andamentos dos processos em todos os tribunais brasileiros de uma forma mais fácil. Quase 90% dos tribunais já têm o Diário da Justiça Eletrônico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Qual é o papel das universidades na formação deste novo profissional?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— Muitas vezes as universidades não estão preparadas para ensinar além da grade curricular tradicional, sobre novos assuntos que estão refletindo em várias áreas do Direito. Esse movimento de evolução não está sendo percebido pela área acadêmica. Das 1,1 mil faculdades que existem hoje, dez estão com a disciplina de prática processual por meio eletrônico. O meu trabalho profissional e acadêmico foca justamente isso. Procuro tratar de todas essas questões envolvendo a relação do Direito com os meios eletrônicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — De que forma está ocorrendo o processo de implantação destas alterações no Judiciário?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense</strong> — Estamos a três anos do início de vigência da Lei 11.419 [Lei do Processo Eletrônico] que permitiu tudo isso. Temos 92 tribunais em processo gradativo de implantação dessas funcionalidades.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Quais são essas funcionalidades?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense</strong> — Eu fiz uma análise do texto e cheguei a 150. Isso é para se ter uma ideia de que as mudanças não vão acontecer de um dia para outro. Tudo depende da vontade política do presidente do tribunal. Sem contar que a questão orçamentária dá autonomia aos tribunais, possibilitando que cada um crie o seu próprio regramento quanto a esses procedimentos. Essa é a grande armadilha da lei.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Como a informatização pode impactar no mercado de trabalho dos advogados?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— Pode haver uma redução no número de advogados, mas mais do que a redução, ocorrerá uma capacitação diferente dos profissionais que estão no mercado. <strong><br />
</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Tem se discutido muito a publicidade dos autos. Como ela se enquadra nessa nova realidade?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alexandre Atheniense — Os autos são públicos. A solução sistêmica que vai surgir é criar níveis de acesso diferenciado aos autos. O advogado vai ter um nível de acesso e o jurisdicionado vai ter um outro. É um assunto extremamente polêmico. Tem dispositivo da lei que conflita diretamente com o Estatuto da Advocacia, porque a lei fala que os documentos só poderão ser visualizados pelas partes e os procuradores, enquanto que o estatuto fala que qualquer advogado pode manusear os autos, mesmo que não tenha procuração.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Hoje em dia, alguns tribunais já não dão acesso aos autos?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense</strong> — Esse é o ponto mais crítico da lei. Por quê? Corre-se o risco de regredir para a época em que a gente tinha um código de processo estadual. O artigo 18 da lei diz: “Cada tribunal poderá regulamentar o dispositivo dentro da sua competência”. E aí a gente fala: “Tribunal pode regulamentar?”. Se entender que o verbo regulamentar significaria editar normas de organização judiciária tudo bem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Mas, se cada um regulamentar à sua maneira, quantas regras diferentes seriam criadas?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— Um número muito grande. Essa é a questão que abordo no meu livro Comentários à Lei 11.419/2006 e as Práticas Processuais por Meio Eletrônico nos Tribunais brasileiros. Ninguém fez até hoje uma compilação de todas as normas de organização judiciária, de cada um dos 92 tribunais, para saber como funciona o protocolo de peças.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Quanto tempo você pesquisou o assunto?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— Três anos e meio. Inclusive para a próxima edição vai ter de ser atualizado, porque o processo está em andamento. Como cada tribunal tem seu orçamento próprio, eles vão dizer como é que vão querer criar as normas processuais. Por mais que o CNJ tente, não consegue uniformizar. Cada um acaba tendo o seu próprio sistema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — É possível a adoção de um sistema único?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— Acho muito difícil, justamente por causa da autonomia orçamentária. O que deve ser padrão é um conceito técnico, a interoperabilidade. Ela possibilita intercambiar dados entre os vários sistemas. Um processo que nasce na Freguesia do Ó, que não tem papel, quando vai para o tribunal tem de continuar sendo digital e ser lido pelo sistema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — Outro assunto muito discutido em relação à internet é a propriedade intelectual. Também há uma mudança total de paradigma nesta questão, entre a propriedade física e a propriedade virtual.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense</strong> — A legislação brasileira passa por uma mudança terrível, porque ela é muito mais focada para a proteção da criação corpórea do que a incorpórea. Agora está aberta uma consulta pública para reformar a Lei de Direitos Autorais no Brasil. De que maneira? Não dá para engessar a circulação da cultura, dos conteúdos multimídias. O que se procura é buscar uma flexibilização para não tornar tão punitivo o compartilhamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — E o que se pode fazer para garantir a remuneração do criador do produto cultural?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense </strong>— As pessoas estão em busca de um novo modelo de negócio. Aquilo que deu certo no passado não existe mais. O músico, por exemplo, está pensando da seguinte forma: &#8220;Vou lançar um CD, mas vou colocar duas faixas gratuitas na internet. Assim vou fazer um ruído para gerar interesse no meu trabalho e, quem sabe, conquistar os fãs”. Os autores podem flexibilizar a forma para as pessoas usufruirem da sua obra. Existe hoje uma série de apelos de mudanças que surgem a partir de um modelo que vem dos Estados Unidos, que é o Creative Commons. Mas ainda há muita discordância sobre esse modelo no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>ConJur — O usuário que compartilha arquivos na internet deve ser punido?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Alexandre Atheniense</strong> — É preciso estabelecer a hipóteses em que ele poderia ser punido. Se o material é para uso próprio, por exemplo, não deveria ser punido. Independentemente disso, é preciso dizer mais uma vez que a questão do controle absoluto na internet é impossível, portanto, essa fronteira será cada vez maior. A gente não pode ter a cabeça de papel. Tem que começar a pensar em como ganhar dinheiro diante desta nova realidade.</p>

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		<title>Entrevista à Rádio Justiça sobre o livro Comentários à lei 11.419/2006 e as Práticas Processuais por Meio Eletrônico nos Tribunais Brasileiros</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 17:11:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Atheniense</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
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		<category><![CDATA[Processo Eletrônico]]></category>

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		<description><![CDATA[O programa Justiça da Manhã da Rádio Justiça (STF) entrevistou o advogado Alexandre Atheniense sobre o seu livro recentemente lançado pela editora Juruá: Comentários à lei 11.419/2006 e as Práticas Processuais por Meio Eletrônico nos Tribunais Brasileiros. ]]></description>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2010/06/radiojustica.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-7980" title="radiojustica" src="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2010/06/radiojustica.jpg" alt="" width="163" height="92" /></a>O programa Justiça da Manhã da Rádio Justiça (STF) entrevistou o advogado <strong>Alexandre Atheniense</strong> sobre o seu livro recentemente lançado pela <a href="http://www.jurua.com.br/shop_item.asp?id=21777" target="_blank">editora Juruá</a>: <strong><em>Comentários à lei 11.419/2006 e as Práticas Processuais por Meio Eletrônico nos Tribunais Brasileiros</em></strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Alexandre destacou que o livro apresenta uma compilação das pesquisas desenvolvidas junto a todos Tribunais Brasileiros que estão no processo de transição do papel para o documento digital e ressaltou o ineditismo de sua obra. &#8220;Não existe nenhum tipo de repertório publicado na internet ou em papel que traga a compliação de todas as Normas de Organização Judiciária dos 92 Tribunais brasileiros. Através do meu livro, os advogados terão uma uma visão ampla e contextualizada sobre como é possível praticar diversos atos processuais nestes Tribunais por meio eletrônico sem o eventual deslocamento presencial.&#8221;</p>
<p style="text-align: justify;">Alexandre destacou que hoje há um novo cenário da Justiça brasileira: a Justiça Eletrônica. Segundo ele, existem hoje no Brasil 3 milhões de processos digitalizados o que na sua opinião é um número bem expressivo. Para que este número avance, Alexandre acredita que é necessário uma mudança de cultura e comportamento dos profissionais do Direito bem como  a preparação das faculdades para incluir na grade de ensino as disciplinas relacionadas ao Direito Eletrônico. &#8220;A reforma do Judiciário tem que passar pelo uso maciço da tecnologia da informação. Na medida em que as pessoas passarem a utilizar a tecnologia em substituição aos atos praticados no papel, o brasileiro descobrirá uma nova forma de se fazer a Justiça,&#8221; conclui.</p>
<p style="text-align: justify;">Ouça a íntegra da entrevista nos links abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2010/06/RadioJustica-10.06.10-AlexandreAtheniense-Part1of2.mp3">Parte 01</a></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2010/06/RadioJustica-10.06.10-AlexandreAtheniense-Part2of2.mp3">Parte 02</a></p>

                            <div id="aspdf">
                                <a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=7979">
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		<title>Amanhã, às 11h30, na Rede Super, assista entrevista com Alexandre Atheniense sobre processo eletrônico</title>
		<link>http://www.dnt.adv.br/noticias/amanha-as-11h-assista-entrevista-com-alexandre-atheniense-sobre-processo-eletronico/</link>
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		<pubDate>Thu, 27 May 2010 20:00:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Alexandre Atheniense</dc:creator>
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		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>

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		<description><![CDATA[Amanhã, dia 28, às 11h estarei na Rede Super, sendo entrevistado no programa João Carlos Amaral Entrevista sobre o lançamento do meu novo livro "Comentários à lei 11.419/2006 e as Práticas Processuais por Meio Eletrônico" que acontecerá no próximo dia 28 de maio no Tribunal de Justiça de Minas Gerais. ]]></description>
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			</a>
		</div>
<p>A<a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2010/05/rede-super1.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-7744" title="rede super" src="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2010/05/rede-super1-282x300.jpg" alt="" width="169" height="180" /></a>manhã, dia 28, às 11h30 estarei na Rede Super, sendo entrevistado no programa  <em>João Carlos Amaral Entrevista</em> sobre o lançamento do meu novo livro &#8220;Comentários à lei 11.419/2006 e as Práticas Processuais por Meio Eletrônico nos Tribunais brasileiros&#8221; que acontecerá no próximo dia 28 de maio no Tribunal de Justiça de Minas Gerais.</p>
<p style="text-align: justify;">Meu novo livro apresenta uma compilação das pesquisas desenvolvidas junto a todos Tribunais Brasileiros que estão no processo de transição do papel para o documento digital, de modo a instituir que as várias regras processuais relativas a tramitação dos autos sejam praticadas à distância.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta entrevista, destaco os pontos principais de minha pesquisa que resultaram na recente obra e explico em linhas gerais a visão ampla e contextualizada que os leitores poderão adquirir com o livro no tocante a prática dos diversos atos processuais nos Tribunais brasileiros.</p>
<p>Para os que estiverem em Belo Horizonte a melhor opção será sintonizar a Rede Super no canal 23 da Net ou 22 na OI Tv. Quem preferir acessar pela internet a melhor opção é  o <a href="http://www.redesuper.com.br/" target="_blank">site da Rede Super</a> que transmitirá ao vivo.</p>

                            <div id="aspdf">
                                <a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=7742">
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		<title>Conheça seus direitos e saiba como evitar golpes nas compras realizadas pela internet</title>
		<link>http://www.dnt.adv.br/noticias/conheca-seus-direitos-e-saiba-como-evitar-golpes-nas-compras-realizadas-pela-internet/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Mar 2010 17:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorena Campolina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[atheniense]]></category>
		<category><![CDATA[compras na internet]]></category>
		<category><![CDATA[consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[dnt]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
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		<category><![CDATA[golpes]]></category>

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		<description><![CDATA[Na última segunda-feira foi comemorado o Dia do Consumidor. Segundo dados da empresa E-bit são 4,4 milhões de brasileiros que fazem compras virtualmente. Para conhecer seus direitos nas relações de consumo no meio eletrônico assista a etrevista de Alexandre Atheniense concedida a Rede Minas sobre compras na internet. A reportagem foi veiculada no Jornal Minas 2ª edição.

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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Na última segunda-feira foi comemorado o Dia do Consumidor. Segundo dados da empresa E-bit são 4,4 milhões de brasileiros que fazem compras virtualmente. Para conhecer seus direitos nas relações de consumo no meio eletrônico assista a etrevista de <strong>Alexandre Atheniense</strong> concedida a Rede Minas sobre compras na internet. A reportagem foi veiculada no Jornal Minas 2ª edição.</p>
<p style="text-align: justify;">O Código de Defesa do Consumidor foi promulgado em 1990, seis anos antes da facilidade das compras pela internet. Só no ano de 2009 o comércio eletrônico no Brasil faturou 10,6 bilhões.  Será que as compras virtuais estão protegidas pela lei? Saiba os cuidados de devem ser tomados no momento da compra de um produto em sites de comércio eletrônico e como se defender em caso de não recebimento do produto, defeitos dentre outras situações.</p>
<p style="text-align: justify;">   </p>
<p><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="480" height="385" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/p6k37szs1vQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385" src="http://www.youtube.com/v/p6k37szs1vQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>

                            <div id="aspdf">
                                <a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=6282">
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		</item>
		<item>
		<title>Quem cria comunidade para fazer apologia de crimes no Orkut é criminoso?</title>
		<link>http://www.dnt.adv.br/noticias/quem-cria-comunidade-para-fazer-apologia-de-crimes-no-orkut-e-criminoso/</link>
		<comments>http://www.dnt.adv.br/noticias/quem-cria-comunidade-para-fazer-apologia-de-crimes-no-orkut-e-criminoso/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Mar 2010 13:25:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorena Campolina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[apologia]]></category>
		<category><![CDATA[atheniense]]></category>
		<category><![CDATA[balanço geral]]></category>
		<category><![CDATA[comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[dnt]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[orkut]]></category>
		<category><![CDATA[record]]></category>
		<category><![CDATA[serial killers]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dnt.adv.br/?p=6080</guid>
		<description><![CDATA[Reportagem com participação de Alexandre Atheniense concedida a TV Record/Minas sobre comunidades criminosas no Orkut. A reportagem foi ao ar no programa Balanço Geral dia 02/03.

O que leva pessoas a se associarem a comunidades em redes sociais sobre assassinatos e mortes? A polêmica está em discussão após a prisão do matador em série de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, que confessou assassinato de várias mulheres. Comunidades criminosas no Orkut sobre Serial Killers aparecem em grande número. Não existe anonimato nesse tipo de crime nem impunidade. Você acha que quem participa de comunidades que fazem apologia a crimes contra vida são pessoas criminosas?

Confira a reportagem:

]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.dnt.adv.br%2Fnoticias%2Fquem-cria-comunidade-para-fazer-apologia-de-crimes-no-orkut-e-criminoso%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.dnt.adv.br%2Fnoticias%2Fquem-cria-comunidade-para-fazer-apologia-de-crimes-no-orkut-e-criminoso%2F&amp;source=dnt_atheniense&amp;style=normal&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Reportagem com participação de <strong>Alexandre Atheniense</strong> concedida a TV Record/Minas sobre comunidades criminosas no Orkut. A reportagem foi ao ar no programa Balanço Geral dia 02/03.</p>
<p style="text-align: justify;">O que leva pessoas a se associarem a comunidades em redes sociais sobre assassinatos e mortes? A polêmica está em discussão após a prisão do matador em série de Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte, que confessou assassinato de várias mulheres. Comunidades criminosas no Orkut sobre Serial Killers aparecem em grande número. Você acha que quem participa de comunidades que fazem apologia a crimes contra vida são pessoas criminosas?</p>
<p>Confira a reportagem!</p>
<p><object width="480" height="385"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/yU-1BrCv3bQ&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/yU-1BrCv3bQ&#038;hl=pt_BR&#038;fs=1&#038;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="480" height="385"></embed></object></p>

                            <div id="aspdf">
                                <a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=6080">
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                            </div>
                        ]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.dnt.adv.br/noticias/quem-cria-comunidade-para-fazer-apologia-de-crimes-no-orkut-e-criminoso/feed/</wfw:commentRss>
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<enclosure url="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2010/03/Aristoteles-Balanco-Geral-020310.wmv" length="6835558" type="video/x-ms-wmv" />
		</item>
		<item>
		<title>Assista a entrevista com Alexandre Atheniense sobre as atualidades no Direito aplicado às novas tecnologias</title>
		<link>http://www.dnt.adv.br/noticias/assista-a-entrevista-com-alexandre-atheniense-sobre-as-atualidades-no-direito-aplicado-as-novas-tecnologias/</link>
		<comments>http://www.dnt.adv.br/noticias/assista-a-entrevista-com-alexandre-atheniense-sobre-as-atualidades-no-direito-aplicado-as-novas-tecnologias/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 17:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorena Campolina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[atheniense]]></category>
		<category><![CDATA[crimes cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[dnt]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[Processo Eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Sites de relacionamento]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dnt.adv.br/?p=6026</guid>
		<description><![CDATA[Entrevista de Alexandre Atheniense concedida ao site Comarca Brasil sobre o Direito aplicado as novas tecnologias]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.dnt.adv.br%2Fnoticias%2Fassista-a-entrevista-com-alexandre-atheniense-sobre-as-atualidades-no-direito-aplicado-as-novas-tecnologias%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.dnt.adv.br%2Fnoticias%2Fassista-a-entrevista-com-alexandre-atheniense-sobre-as-atualidades-no-direito-aplicado-as-novas-tecnologias%2F&amp;source=dnt_atheniense&amp;style=normal&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Assista a entrevista de <strong>Alexandre Atheniense</strong> concedida ao site <a href="http://www.comarcabr.com.br/" target="_blank">Comarca Brasil</a>. O site é uma dinâmica mídia de comunicação jurídica onde podem ser encontrados vídeos, artigos e entrevistas sobre Direito, Gestão e Concursos Públicos.</p>
<p style="text-align: justify;">A entrevista de Alexandre Atheniense com o jornalista Ricardo Silveira abordou diversos temas do Direito aplicado às novas tecnologias e foi dividida em quatro partes. Não deixe de conferir! A entrevista abaixo também pode ser acessada através da <a href="http://www.youtube.com/profile?user=atheniense#g/a" target="_blank">página de vídeos do DNT no You Tube</a>.</p>
<p><strong>1ª parte: processo eletrônico</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/Vj9nB67brXQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/Vj9nB67brXQ&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><strong>2ª parte: privacidade, redes sociais e responsabilidade dos provedores</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/-IxjxpZz7ak&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/-IxjxpZz7ak&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><strong>3ª parte: legislação brasileira aplicável aos crimes cibernéticos</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/sFDl-EILUug&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/sFDl-EILUug&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>
<p><strong>4ª parte: propaganda eleitoral na internet</strong><br />
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="560" height="340" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/FddDNNu7ZlA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="560" height="340" src="http://www.youtube.com/v/FddDNNu7ZlA&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always"></embed></object></p>

                            <div id="aspdf">
                                <a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/plugins/as-pdf/generate.php?post=6026">
                                    <span>Download as PDF</span>
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                            </div>
                        ]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Hackers aproveitam o Natal para atacar</title>
		<link>http://www.dnt.adv.br/noticias/hackers-aproveitam-o-natal-para-atacar/</link>
		<comments>http://www.dnt.adv.br/noticias/hackers-aproveitam-o-natal-para-atacar/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Dec 2009 19:00:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Célio Junior Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crimes Cibernéticos]]></category>
		<category><![CDATA[Direito do Consumidor]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Fraudes eletrônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mídia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Privacidade]]></category>
		<category><![CDATA[atheniense]]></category>
		<category><![CDATA[dnt]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[hackers]]></category>
		<category><![CDATA[jornal hoje em dia]]></category>
		<category><![CDATA[reportagem]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.dnt.adv.br/?p=4546</guid>
		<description><![CDATA[Advogado especialista em Direito na Internet, Alexandre Atheniense não imaginou que também poderia se tornar vítima de golpes comuns na rede mundial de computadores.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
			<a href="http://api.tweetmeme.com/share?url=http%3A%2F%2Fwww.dnt.adv.br%2Fnoticias%2Fhackers-aproveitam-o-natal-para-atacar%2F"><br />
				<img src="http://api.tweetmeme.com/imagebutton.gif?url=http%3A%2F%2Fwww.dnt.adv.br%2Fnoticias%2Fhackers-aproveitam-o-natal-para-atacar%2F&amp;source=dnt_atheniense&amp;style=normal&amp;service=bit.ly" height="61" width="50" /><br />
			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-medium wp-image-4547" title="hora do ataque" src="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2009/12/hora-do-ataque-273x300.png" alt="hora do ataque" width="273" height="300" />Advogado especialista em Direito na Internet, <span style="text-decoration: underline;">Alexandre Atheniense</span> não imaginou que também poderia se tornar vítima de golpes comuns na rede mundial de computadores. Mas, há alguns meses, ao encontrar a oferta de um gravador de conversas telefônicas em um site, ele não pensou duas vezes para fazer a compra. Detalhe, a página não trazia o endereço físico da loja. <em>“Como possuía uma caixa postal nos Correios, achei que poderia confiar”</em>, relembra o advogado. Contudo, o produto nunca chegou e os e-mails e telefonemas de cobrança efetuados por Atheniense nunca tiveram retorno.</p>
<p style="text-align: justify;">O advogado seguiu então o caminho que recomendaria a todo cliente: o Juizado de Pequenas Causas, mas descobriu que o site não poderia ser notificado porque Atheniense não tinha o endereço físico da empresa. Foi preciso notificar os Correios para que fornecesse a razão social da empresa responsável pela Caixa Postal contratada e, só assim, dar prosseguimento ao recurso judicial.</p>
<p style="text-align: justify;">Após cinco meses de dor de cabeça, tempo perdido e ter gastado R$ 30 para agilizar a localização da empresa, Atheniense recebeu de volta os R$ 300 investidos na compra do aparelho, ou seja, ainda ficou no prejuízo.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo a McAfee, empresa norte-americana dedicada à tecnologia de segurança da informação, as vésperas do Natal são épocas de grande atuação por parte dos hackers. De acordo com a empresa de segurança, as pesquisas que os internautas fazem nos sites de busca por itens de Natal, por ofertas de empregos ou até a compra de produtos são rastros deixados pelos consumidores que não passam despercebidos aos bandidos cibernéticos.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso do advogado, ele sabia quais os caminhos deveria tomar para recuperar o dinheiro. Já um consumidor comum, precisa da orientação de especialistas. Uma dica útil pode ser procurar imediatamente o Procon mais próximo, para que o caso seja avaliado.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso a vítima tenha efetuado alguma compra e o produto não tenha chegado, a primeira coisa a fazer é tentar entrar em contato com a empresa. Quando isso não resolver, o consumidor lesado pode entrar com uma ação no Juizado de Pequenas Causas (se o prejuízo for até quatro salários mínimos &#8211; R$ 1.860). Se o produto tiver valor inferior a dois salários mínimos (R$ 930), não é preciso contratar um advogado.</p>
<p style="text-align: justify;">Compras com valores maiores exigem a intermediação do advogado. É importante que o consumidor saiba o endereço físico da loja acionada, caso contrário não é possível oficiá-la. Se a vítima não conseguir localizar o endereço da empresa, terá que encontrar a empresa, o que poderá ser por meio de um advogado, que poderá entrar com recurso exigindo da empresa onde o site está hospedado (host) a liberação dos dados do responsável pela loja virtual. O processo pode demorar um pouco e não é garantido, pois algumas empresas, justamente pelo intuito do golpe, hospedam seus sites em hosts estrangeiros, que não estão subordinados à legislação brasileira.<em><strong> </strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong> </strong></em></p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_4548" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px;">
<dt class="wp-caption-dt"><em><strong><em><strong><img class="size-medium wp-image-4548" title="image 1" src="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2009/12/image-1-300x214.png" alt="José Matias: “Coma crise, muitas pessoas passaram a procurar empregona internet”" width="300" height="214" /></strong></em></strong></em></dt>
<dd class="wp-caption-dd"><em><strong>José Matias: “Coma crise, muitas pessoas passaram a procurar empregona internet”</strong></em></dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: center;"><em><strong>“O que está muito frequente hoje são os e-mails que prometem algum benefício, mas acabam causando prejuízos”</strong></em><br />
José Matias, McAfee</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de localizada, a empresa pode ser processada e o tempo para o consumidor receber seu dinheiro de volta depende de cada processo.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro golpe comum é a clonagem de cartão de crédito. Quando o consumidor faz compras pela Internet em alguns sites sem certificação de segurança, as informações do cartão (número, chave de segurança e senha) podem ser clonadas.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">A primeira providência a tomar é acionar a operadora do cartão para cancelar as compras feitas sem autorização.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje, as bandeiras dos cartões de créditos estão assumindo o risco e anulando ou devolvendo o valor cobrado. Mas, em alguns países, as operadoras já estão questionando a devolução, pois, segundo elas, o internauta já sabe que deveria ter um antivírus instalado no PC e tomar mais cuidado nas compras virtuais.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o melhor remédio continua sendo a prevenção, especialistas pedem que o usuário tenha mais disciplina ao navegar na web. Segundo o gerente de Suporte Técnico da McAfee para a América Latina, José Matias, os golpes não mudam muito, mas sim as formas como as ameaças chegam aos usuários.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre os golpes comuns, a oferta de empregos via internet é hoje o de maior incidência. “Com a crise, muitas pessoas que ficaram desempregadas passaram a procurar chances também na rede”, conta.</p>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;">
<dl id="attachment_4549" class="wp-caption alignleft" style="width: 158px;">
<dt class="wp-caption-dt"><img class="size-medium wp-image-4549  " title="image 2" src="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2009/12/image-2-190x300.png" alt="Nemerson Marcílio, da Protagon: expectativa de aumento de30%no número de ameaças" width="148" height="234" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">Nemerson Marcílio, da Protagon: expectativa de aumento de30%no número de ameaças</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify;">Os hackers pedem que o “candidato” preencha formulário e pague taxa de inscrição. Então, o site some e o dinheiro é perdido. Outra forma comum de disseminar ameaças é utilizar redes sociais criando perfis falsos para adicionar usuários normais como “amigos” e enviar mensagens com links contaminados, usando como desculpa, cartões de Natal ou mensagens de boas festas. É preciso tomar cuidado, também, com usuários conhecidos.</p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>“As ameaças são mais comuns com pessoas que não têm antivírus ou não atualizam seus programas”</strong></em><br />
Breno César Farias, Protagon</p>
<p style="text-align: justify;">Quando o computador do usuário está contaminado, comum enviar mensagens com vírus automaticamente sem que o dono do perfil saiba. Antes de clicar em qualquer link em comunicadores instantâneos, o usuário deve sempre perguntar a quem enviou se é real. O supervisor de TI da empresa de segurança da informação e fornecedora de antivírus, Protagon, Nemerson Marcílio, afirma que há uma expectativa de aumento de 30% no número de ameaças no mês de dezembro deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado. Ele explica que isso acontece quando o usuário não tem antivírus.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: Jornal Hoje em Dia</p>
<p style="text-align: justify;">

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		<title>Entrevista à radio Jovem Pan sobre o possível ataque de hackers ao sistema elétrico brasileiro</title>
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		<pubDate>Mon, 30 Nov 2009 19:15:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lorena Campolina</dc:creator>
				<category><![CDATA[Certificação Digital]]></category>
		<category><![CDATA[Cibercultura]]></category>
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		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Entrevista à rádio Jovem Pan sobre as possibilidades de um hacker provocar um apagão de energia no Brasil e a vulnerabilidade do sistema elétrico. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2009/11/radio_jovem_pan_fm-logo-BD212FC27D-seeklogo.com_.gif"><img class="alignright size-thumbnail wp-image-4390" title="radio_jovem_pan_fm-logo-BD212FC27D-seeklogo.com" src="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2009/11/radio_jovem_pan_fm-logo-BD212FC27D-seeklogo.com_-150x150.gif" alt="radio_jovem_pan_fm-logo-BD212FC27D-seeklogo.com" width="150" height="150" /></a>Fui entrevistado pela rádio Jovem Pan de São Paulo sobre as possibilidades de um <em>hacker</em> provocar um apagão de energia no Brasil e a vulnerabilidade do sistema elétrico. Há três dias do apagão que atingiu a rede elétrica em vários estados do país, a emissora americana CBS abordou em seu programa semanal 60 minutes, da possibilidade de <em>hackers</em> estarem invadindo o sistema elétrico brasileiro proporcionando apagões.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Nesta entrevista você vai saber qual é a punição para pessoas que praticam sabotagem de um serviço público essencial à segurança e à economia do país e sobre a segurança do sistema brasileiro de energia elétrica.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A entrevista completa você ouve acessando o link abaixo:</p>
<p><a href="http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2009/11/ALEXANDRE12112009.mp3" target="_self">http://www.dnt.adv.br/wp-content/uploads/2009/11/ALEXANDRE12112009.mp3</a></p>

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